Hipertensão: Boninho, Glenda, sarados e nojeiras

Há quem lamente a incursão de Glenda Koslovski no comando do reality show Hipertensão, que tem a marca Boninho e criação da Endemol, em mais uma produção da sólida parceria. Acredito que seja uma oportunidade da jornalista, que já foi atleta e agora, ganhar um espaço de apresentação feminina na TV Globo que ainda não se consolidou. De qualquer forma, concordo com o Mauricio Stycer quando ele diz que essa caminhada é aparentemente sem volta. É só ver o exemplo do Bial: fez poesias toscas no Jornal Nacional, mas nunca mais voltou a ser de fato jornalista.

Na prova de hoje, três participantes precisaram tirar olhos de boi de dentro de uma caixa cheia de larvas. Para mim, trata-se de uma evolução ainda mais nojenta do No Limite, reality que também misturava provas de tensão, aventura e comidas vivas e asquerosas. TV aberta é isso: se há público, as atrações nascem, crescem e ganham uma segunda temporada. Vejamos aonde Hipertensão vai parar.

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