O Bem Amado é bacaninha, e só

Paula Lavigne e Guel Arraes se especializaram em produzir e dirigir filmes com foco no Brasil nordestino, frequentemente adaptados da literatura nacional e também exibidos em forma de séries pela TV Globo. Desta vez, a dupla foi além e adaptou para o cinema uma história já contado em uma novela inteirinha, e de grande sucesso. O filme O Bem Amado, da obra do saudoso Dias Gomes, leva para a telona Odorico Paraguaçu, Irmãs Cajazeiras, Zeca Diabo, Dirceu Borboleta e outros personagens memoráveis e imortalizados pela televisão.

O longa é bacana, não dá para negar, mas o clima excessivamente televisivo e o ritmo irregular atrapalham o envolvimento com a história. Marco Nanini está brilhante no papel de Odorico e atores como Matheus Nachtergaele, Tonico Pereira e José Wilker trazem atuações no tom ideal, mas ainda não assim não sustentam a trama. Eu adorei Lisbela e O Prisioneiro e sou apaixonada pelo O Auto da Compadecida, mas acho que faltou uma pimenta, um veneno a mais desta vez. Ainda assim, recomendo a ida ao cinema para prestigiar o cinema nacional.

Sinopse e tudo mais aqui.

Uma resposta para O Bem Amado é bacaninha, e só

  1. […] o mote do lançamento para o cinema de O Bem-Amado, baseado na obra do teatrólogo Dias Gomes, com o revival da figura de Odorico Paraguaçu, […]

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