Happy Hour: Atualidade sem profundidade


Atração que estreou em 2007, o Happy Hour conquistou seu lugar na programação do GNT como um dos únicos programas ao vivo da emissora. Sob comando de Astrid Fontenelle (que só ficou ausente em 2008, quando Lorena Calábria assumiu) e Fred Lessa, a proposta do HH é tratar de temas do cotidiano, sob vários pontos de vista. No entanto, no formato atual no qual se misturam opiniões de especialistas convidados e leigos que tenham algum tipo de contato com o assunto, a tendência de cair no debate raso é quase impossível de ser driblada.

O cenário e a abertura ficaram mais bonitos, Astrid parece bem feliz com seu filhote e o Fred se tornou um bom twitteiro, apesar de nem sempre as intervenções da internet sempre boas para o ritmo do programa. No entanto, a produção precisa atentar para a qualidade do especialista convidado e orientar melhor os participantes – afinal é impossível encerrar em uma hora, e ao vivo, assuntos mais profundos, como os dilemas da publicidade infantil. Ontem o tema foi “Loucuras de Amor”, o que tornou possível que cada um contasse suas histórias sem a necessidade de uma discussão real. Melhor ir pelo caminho da leveza do que tentar ser profundo sem conteúdo para tanto.

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