Miss Brasil: Hora de rever os conceitos

Depois da segunda colocação da miss Brasil 2007, Natália Guimarães, no Miss Mundo criou-se uma imensa expectativa sobre a edição deste ano. O problema é: alguém já se preocupou em averiguar como andam as internas do concurso? Algumas coisas já são sabidas, como o fato de que nem sempre a miss São Paulo nasceu mesmo no Estado,  pode ser selecionada por um olheiro de um concurso regional do Pará e ganhar a vaga. Tem também o fato de que fazer plástica se tornou quase item obrigatório para ter alguma chance.

No entanto, há regras muito básicas que precisam ser respeitadas. Um exemplo? Confiram:

EGO: O que você acha que pode ter dificultado sua colocação entre as finalistas?

“NATÁLIA ANDERLE: Um dos pré-requisitos era o inglês fluente e eu não tinha. Isso me prejudicou muito. As meninas que eram fluentes eram chamadas para dar entrevistas e se comunicavam melhor entre si mas, ao mesmo tempo, eu era bastante chamada para tirar fotos. Fica a dica de aprender bem inglês para as meninas que têm o sonho de concorrer. Eu tive pouco tempo para me preparar”.

Gente, é sério? Como deixaram uma candidata que não tem um dos pré-requisitos para ganhar o Miss Universo chegar à Miss Brasil 2008? Existe alguma explicação plausível? Não deveria fazer parte do processo de seleção uma forma de testar a fluência em inglês?

– Não sei inglês, mas amei passear no Vietnã. Arigatô!

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